PCDs Sem Fronteiras apresenta compromisso com protagonismo de carreira

Por Monsanto

Na Monsanto, levamos as políticas de inclusão muito a sério. Um dos networks que temos aqui é o PCDs sem Fronteiras, que apresentou, no fim de fevereiro, suas prioridades para o ano de 2018. Em um workshop, realizado em São Paulo e transmitido para todo o Brasil, o network trouxe o tema “Protagonismo de Carreira”, que, junto da sensibilização de liderança, será o foco do trabalho do grupo ao longo do período. “Nosso propósito é demonstrar que cada um é dono de sua carreira e responsável por ir atrás de seus objetivos”, apontou Danielly Crocco, líder do PCDs Sem Fronteiras e da área de sustentabilidade e engajamento com a comunidade, na abertura do encontro.

“É parte das nossas atribuições entender como todos se sentem trabalhando conosco e tornar nossas estruturas adequadas. Nesse sentido, o PCDs Sem Fronteiras tem feito um excelente trabalho para tornar a Monsanto cada vez mais acessível e com uma liderança extremamente comprometida”, enfatizou Aline Cintra, líder de Aquisição de Talentos na América Latina e líder de I&D. “Na Monsanto, já passamos da fase da cota. Queremos, de verdade, promover a inclusão e, para isso, precisamos buscar conhecimento. Não temos obrigação de saber, mas temos de correr atrás e aprender”, reforçou Daniela Bortmann, gerente de Medicina Ocupacional, referindo-se a uma cartilha recém-lançada pelo PCDs Sem Fronteiras​, que traz um guia para inclusão de pessoas com deficiência, além da missão, trajetória e prioridades do network.

No encontro, Eliane Ranieri, consultora independente e ex-líder de Inclusão e Diversidade na IBM, compartilhou sua trajetória pessoal e profissional com os participantes. Ela, hoje com 59 anos, teve poliomielite severa quando bebê e, por conta da doença, tornou-se tetraplégica aos seis meses de idade. Após 13 intervenções cirúrgicas, Eliane conseguiu obter melhoras importantes para sua habilidade motora e qualidade de vida. Ela estudou, se formou – sempre com o apoio dos pais, apesar das dificuldades –, e trabalhou por 33 anos na IBM. “Todos somos diferentes e essa é a beleza da vida. O que a Monsanto faz vai muito além do que vemos no mercado. O trabalho de vocês pela inclusão é genuíno”, ela sublinhou.

Carlos Brito, líder de Recursos Humanos para a América do Sul, destacou que, ao contrário do que acreditava, a empresa não deve mudar com a sociedade em aspectos como inclusão e diversidade, e, sim, estar à frente dela. “Meu sonho é que um dia a gente não precise falar disso, não porque não queremos, mas porque vamos viver de maneira natural a diversidade”, adicionou.

Rodrigo Santos, líder da Monsanto na América do Sul, concordou com o executivo e finalizou o evento convidando todos a fazerem sua parte. “São duas mensagens para dois públicos: para quem não faz parte da minoria, o seu papel é ser inclusivo. Não dá para não ser inclusivo aqui na Monsanto. E para quem faz parte de uma minoria: você precisa ser o protagonista da sua vida e da sua carreira. E nós queremos trabalhar todos os dias para ajudar você e trazer as mesmas oportunidades”, declarou. “Temos consciência de que há um caminho muito longo e que vamos errar, vamos falhar, mas temos um interesse genuíno de tornar essa organização a mais inclusiva e diversa possível”.

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